terça-feira, 9 de abril de 2013

Tá difícil sem você não consigo entender
É a primeira vez que o tempo não curou
Quando toca o telefone, eu lembro
Quando estou na rua, eu lembro
Tento e não consigo te esquecer
Nunca sofri tanto tempo
Tanto amor jogado ao vento
Me perdi por dentro de você

Meus olhos querem fechar.
Sonhar um pouco mais com nós dois.

Imaginar cada palavra antes do “eu te amo”

Que você vai me dizer amanhã.

Tenho esperança, ainda tenho.

Acordo e durmo cheirando teu cheiro.

Sentindo o teu abraço,

Que depois de dado arrancava um pedaço de mim.

Sou incompleta agora,

E fecho os olhos para não ver o escuro.

Sem enxergar, sinto menos a solidão.

Espero o improvável, admito.

Improvável futuro impossível.

Queria eu, te chamar de amor, de meu "neguinho" e não de amigo.

Queria declarar o meu amor,

E esse amor passar a ser correspondido.

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