segunda-feira, 19 de maio de 2014


Me encante da maneira que você quiser, como você souber. 
Me encante, para que eu possa me dar... 
Me encante nos mínimos detalhes. 
Saiba me sorrir: aquele sorriso malicioso, 
Gostoso, inocente e carente. 

Me encante com suas mãos, 
Gesticule quando for preciso. 
Me toque, quero correr esse risco. 
Me acarinhe se quiser... 
Vou fingir que não entendo, 
Que nem queria esse momento. 

Me encante com seus olhos... 
Me olhe profundo, mas só por um segundo. 
Depois desvie o seu olhar. 
Como se o meu olhar, 
Não tivesse conseguido te encantar... 
E então, volte a me fitar. 
Tão profundamente, que eu fique perdido. 
Sem saber o que falar... 

Me encante com suas palavras... 
Me fale dos seus sonhos, dos seus prazeres. 
Me conte segredos, sem medos, 
E depois me diga o quanto te encantei. 

Me encante com serenidade... 
Mas não se esqueça também, 
Que tem que ser com simplicidade, 
Não pode haver maldade. 

Me encante com uma certa calma, 
Sem pressa. Tente entender a minha alma. 
Me encante como você fez com o seu primeiro namorado... 
Sem subterfúgios, sem cálculos, sem dúvidas, com certeza. 
Me encante na calada da madrugada, 
Na luz do sol ou embaixo da chuva... 
Me encante sem dizer nada, ou até dizendo tudo. 
Sorrindo ou chorando. Triste ou alegre... 

Mas, me encante de verdade, com vontade... 
Que depois, eu te confesso que me apaixonei, 
E prometo te encantar por todos os dias... 
Pelo resto das nossas vidas!
"... O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares... dormindo ou acordado" (Shakespeare)
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem.
 Muita. 
Todo dia. 
Esse jeito de ouvir além dos olhos, 
de ver além dos ouvidos, 
de sentir a textura
do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer

 ou sorrir junto com toda sinceridade.
 Essa sensação,  de vez em quando,
 de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local,  de ser meio ET, 
uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. 
Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. 
Esse amor tão vívido em
terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a
indelicadeza.

 Esse cuidado espontâneo com os outros.
 Essa vontade tão
pura de que ninguém sofra por nada.

 Esse melindre de ferir por saber,
com nitidez,

 como dói se sentir ferido.

Ser sensível nesse mundo
requer muita coragem. 

Muita.
 Todo dia.
 Essa saudade, que faz a alma
marejar, de um lugar que não se sabe onde é, 

mas que existe, é claro que existe.
 Essa possibilidade de se experimentar a dor,
 quando a dor chega,
 com a mesma verdade com que se experimenta a alegria.
 Essa
incapacidade de não se admirar com o encanto grandioso que também mora
na sutileza.

 Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, 
por mais que chorem de vez em quando,
 não deixam
adormecer a ideia de um mundo que possa acordar sorrindo.

 Pra toda gente.
 Pra todo ser. 
Pra toda vida.

Eu até já tentei ser diferente, 
por medo de doer,
 mas não tem jeito: só consigo ser igual a mim. 
  
(Ana Jácomo)



"Lembranças são cacos quebrados
do Coração da Gente.
Saudades que a vida soprou

para longe não só dos olhos

mais também do coração."

Rafaela Bueno



"Saudade,é amor temporão 

que insiste em partir

 mais sempre volta


 pra descansar na gente."

Rafaela Bueno


Não permita que pessoas com o péssimo hábito
de serem negativas, derrubem as melhores e
mais sábias esperanças do seu coração.
Lembre-se sempre: Há poder em nossas

palavras e em tudo o que pensamos.
Portanto, procure sempre ser positiva.




As sem razões do amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)

a cada instante de amor.