quinta-feira, 21 de junho de 2012

Não importa o quanto às vezes seja difícil,
O quanto às vezes eu me atrapalhe,
O quanto às vezes eu seja a densa nuvem que esconde o meu próprio sol,
Quantas vezes seja preciso recomeçar:

-Combinei comigo não desistir de mim.-


[Ana Jácomo]


terça-feira, 19 de junho de 2012

EU QUERO...

 

A DOÇURA DO VERBO VIVER!

[Caio Fernando Abreu]

Hoje à noite
Vou estar em teus sonhos,
para juntos vermos as estrelas
e lhe mostrar
que encontrei o sorriso mais lindo
nos teus lábios.

Hoje à noite
vou te visitar em teus sonhos,
para lembrar como é bom
te ver dormir,
e te passar segurança e tranquilidade
para um bom sono.

Hoje à noite
vou te visitar em teus sonhos,
para ganhar teus carinhos e beijos
para te mostrar
que os mais lindos sonhos,
são aqueles que sonhamos juntos!
Hoje eu quero, eu preciso, eu anseio, é daquele abraço. Que me dê a sensação do mundo ter parado de girar. Que me acolha e me isola de tudo e todos. Que me conforte. 
Que me aqueça dessa vida tão fria. 
Eu quero aquele abraço, aquele abraço. 



Querido coração,
Há outros HOMENS no mundo.

Com amor, Cérebro.



Seus pensamentos são como o chá,
para poder ter novos,
você precisa esvaziar a xícara.
Isso também ocorre com os sentimentos.
 Primeiro precisamos esvaziar a xícara
para mais adiante
experimentar o chá de novos sentimentos.
Será?
O amor é o mais "complexo" sentimento do ser humano.
Por amor choramos,
 por amor rimos.
Por amor vivemos
e sem ele,
aos poucos morremos.
O amor fraterno,
 aquele que nutrimos por tudo
e por todas as coisas da face da Terra
transborda como uma fonte perpétua.
 E não há problemas.
Mas o amor que sentimos pelo outro,
aquele que nutre um possível n[amor]o,
aquele que pode se confundir com paixão,
posse,
carência ...
esse sim tem que ser esvaziado
para encher de novo.
Se transbordar estraga!

"Amor é quando você quer dar tudo o que tem.
 O resto,
paixão,
tesão,
posse,
o resto que todo mundo confunde com amor
é quando a gente quer devorar
e consumir o objeto em questão."

Clarah Averbuck

“Perto da extinção, o amor
-  por um breve    momento -
volta a ser paixão.”

[Fabrício Carpinejar]